O seriado de TV The Walking Dead será fonte de inspirações para dois games: de Facebook, e mais um, The Walking Dead: The Game, produzido pela Telltale para as plataformas PCs, PlayStation Network, Xbox Live Arcade, Mac e iOS.
O título da Telltale será lançado de forma episódica (em cinco partes) a partir de abril, e contará com o mesmo universo da TV, mas com nova história e protagonistas. Além disso, o visual do jogo também buscará referências no traço dos quadrinhos. Assista ao trailer:
[Fonte: Omelete]
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quinta-feira, 22 de março de 2012
The Walking Dead contrata sua Michonne
A série The Walking Dead contratou a atriz que viverá Michonne na terceira temporada. Dana Gurira (Treme) viverá a personagem dos quadrinhos, uma das favoritas dos fãs, na adaptação televisiva.
[Dana Gurira e Michonne]
Quem já leu as HQs sabe da importância da heroína. Michonne é uma das sobreviventes do apocalipse zumbi, que se junta ao grupo com sua afiada espada.
Em outra notícia sobre a terceira temporada, Michael Rooker confirmou este fim de semana que retornará como Merle Dixon em pelo menos três episódios. O personagem foi visto pela última vez no telhado de um prédio, algemado - e depois desapareceu.
O próximo ano da série promete ser o melhor até agora, já que terá dois dos melhores personagens da HQ. Além de Michonne, o Governador (David Morrissey) já está confirmado.
[Fonte: Omelete]
[Dana Gurira e Michonne]
Quem já leu as HQs sabe da importância da heroína. Michonne é uma das sobreviventes do apocalipse zumbi, que se junta ao grupo com sua afiada espada.
Em outra notícia sobre a terceira temporada, Michael Rooker confirmou este fim de semana que retornará como Merle Dixon em pelo menos três episódios. O personagem foi visto pela última vez no telhado de um prédio, algemado - e depois desapareceu.
O próximo ano da série promete ser o melhor até agora, já que terá dois dos melhores personagens da HQ. Além de Michonne, o Governador (David Morrissey) já está confirmado.
[Fonte: Omelete]
Os Mortos-Vivos (The Walking Dead) - Origem de Michonne sai em HQ na Playboy dos EUA
Michonne, uma das personagens mais queridas dos fãs de Os Mortos-Vivos - da HQ, pois no seriado de TV ela ainda não chegou - finalmente terá sua origem revelada. Mas não será na série mensal dos zumbis, e sim nas páginas da Playboy.A edição da revista masculina que sai esta semana nos EUA tem 6 páginas da dupla Robert Kirkman / Charlie Adlard contando como Michonne virou a mestre na espada e na sobrevivência no mundo assolado por zumbis.
Por enquanto restrita aos leitores da Playboy impressa e online, é provável que a história seja liberada em breve na rede - ou em futuras edições de Os Mortos-Vivos.
[Fonte: Omelete]
The Walking Dead - Episódio final da segunda temporada
A segunda temporada de The Walking Dead quebrou recordes de audiência nos EUA - mais uma vez.O episódio número 13 da segunda temporada, intitulado "Besides de Dying Fire", foi ao ar na noite de ontem, dia 18, pelo canal pago AMC. A exibição marcou o maior número já registrado na audiência de uma série de TV fechada dos EUA - 9 milhões de espectadores.
Esta é a terceira vez que Walking Dead atinge números maiores do que os previstos para uma série de TV paga. A estreia do segundo ano, que teve audiência total de 7,3 milhões de espectadores, já quebrou um recorde anterior - o do episódio final da primeira temporada, que chegou a 6 milhões de espectadores
[Fonte: Omelete]
quarta-feira, 14 de março de 2012
The Walking Dead - Vídeo revela o trabalho de computação gráfica da série
Olha que show.
Embora muitos zumbis em The Walking Dead sejam criados com uma boa dose de próteses e maquiagem, a série também usa bastante computação gráfica. Um novo vídeo de produção mostra alguns dos elementos que terminam gerados virtualmente em cena.
Embora muitos zumbis em The Walking Dead sejam criados com uma boa dose de próteses e maquiagem, a série também usa bastante computação gráfica. Um novo vídeo de produção mostra alguns dos elementos que terminam gerados virtualmente em cena.
The Walking Dead - Série originalmente teria alienígenas. Robert Kirkman revela que a Image Comics cobrou algo mais que zumbis
Durante a Image Expo, convenção promovida pela Image Comics em Oakland/EUA, Robert Kirkman revelou uma história peculiar sobre a gênese de Os Mortos-Vivos. Mais especificamente, como conseguiu vender a HQ à editora. E tinha a ver com aliens.Segundo Kirkman, a simples trama de apocalipse zumbi não convenceu a Image a publicar a HQ na época em que ele apresentou o projeto a eles. Os editores queriam um toque a mais, alguma reviravolta que diferenciasse a série. A solução do escritor foram os aliens: os zumbis na verdade estavam sendo reanimados por uma raça alienígena que se preparava para invadir a Terra destruindo sua infra-estrutura.
A Image topou, mas Kirkman diz que nunca teve intenção de usar esta ideia - que compara ao filme über-trash Plano 9 do Espaço Sideral. A explicação foi só um exemplo de como lidar com o editorial para fazer um projeto acontecer.
O escritor seguiu com outro exemplo, da série Invincible: com o desempenho médio para ruim das primeiras edições, os editores perguntaram a Kirkman se aconteceria algo impactante em breve. O autor revelou seu plano quanto à traição do pai-herói do personagem principal, trama que mudou os rumos da série. Mas ele queria deixar a revelação para a edição 25. "Se você não fizer logo, não vai ter edição 25" foi a resposta dos editores.
A revelação foi adiantada para a edição 13. Invincible - assim como Walking Dead - aproximam-se da edição 100 nos EUA.
[Fonte: Omelete]
The Walking Dead: A Ascensão do Governador chega ao Brasil
A editora Record anunciou o lançamento do livro The Walking Dead: A Ascensão do Governador. A história escrita por Robert Kirkman, autor dos quadrinhos e produtor da série, e Hay Bonansinga, autor de The Black Mariah, conta as origem do Governador, homem que comanda a cidade de Woodbury após o apocalipse zumbi.O livro é o primeiro de uma trilogia que vai acompanhar um novo núcleo de personagens que deve aparecer na série de TV a partir da próxima temporada.
Em entrevista ao The New York Times, Kirkman disse que sempre viu Rick e o Governador como lados opostos da mesma moeda. Ele também disse que decidiu contar a história em um livro porque nunca quis fazer flashbacks nos quadrinhos.
Para quem não leu as HQs, Kirkman garante que o livro foi criado como uma história independente, que pode ser apreciada em separado.
[Fonte: Omelete]
The Walking Dead - Edição especial tem formato de cabeça de zumbi
A segunda temporada de The Walking Dead pode chegar à sua casa em grande estilo - dentro da cabeça de um zumbi.
Durante a Toy Fair de 2012, a fabricante de colecionáveis McFarlane Toys anunciou que o Blu-ray do segundo ano da série terá uma caixa especial que trará os discos dentro de uma cabeça zumbi quase em escala 1:1.
Além de ter os dentes à mostra e um pouco de pele faltando em seu rosto, o zumbi também vem com uma chave de fenda fincada no olho esquerdo.
A cabeça foi desenvolvida com base em um busto real, criado pelo especialista em efeitos especiais da série, Greg Nicotero, e o grupo KNB EFX.
[Fonte: Omelete]
Durante a Toy Fair de 2012, a fabricante de colecionáveis McFarlane Toys anunciou que o Blu-ray do segundo ano da série terá uma caixa especial que trará os discos dentro de uma cabeça zumbi quase em escala 1:1.
Além de ter os dentes à mostra e um pouco de pele faltando em seu rosto, o zumbi também vem com uma chave de fenda fincada no olho esquerdo.
A cabeça foi desenvolvida com base em um busto real, criado pelo especialista em efeitos especiais da série, Greg Nicotero, e o grupo KNB EFX.
[Fonte: Omelete]
segunda-feira, 12 de março de 2012
Porque, George, porque???
Eu particularmente, acho essa notícia uma merda, pra não dizer coisa pior. Não pensei que o George Romero pensasse desta maneira. Imagina que show ele dirigindo um episódio de The Walking Dead? Seria fodástico! Porém, não é o que a notícia diz...The Walking Dead é a atual referência quando o assunto são zumbis. Mas George Romero sempre permanecerá como um dos primeiros a ter explorado as criaturas no cinema moderno.
Em entrevista ao blog Zap2It, o cineasta confessou nunca ter assistido a um episódio sequer da série. Além disso, Romero recusou a direção de um episódio: "Frank [Darabont] e [Greg] Nicotero me ligaram e pediram que eu dirigisse um episódio. Eu não tenho a menor vontade de fazê-lo porque [...] meus zumbis vivem em um universo meu, que é diferente do universo da série."
Romero continou, dizendo: "Não gosto do quão popular os zumbis se tornaram. Eu costumava pensar que eles eram como uma marca minha. Agora vejo zumbis por todos os lados - e não fico feliz."
Na boa, também não tô feliz com a tua declaração, George. =(
[Fonte: Omelete]
The Walking Dead - Saiba como seria o início da segunda temporada se Frank Darabont ainda comandasse a série
Muita gente acha que a saída de Frank Darabont da produção de The Walking Dead prejudicou a série, e os ânimos continuam acirrados. Durante uma entrevista ao blog Paranormal Pop Culture, o ator Sam Witwer (Smallville, O Nevoeiro) - que interpretou o zumbi soldado que Rick encontra dentro do tanque no início da série - contou como seria o início da segunda temporada de acordo com os planos de Darabont. Segundo Witwer, a ideia era contar em flashback como aconteceu a invasão zumbi em Atlanta.
O AICN então procurou Darabont para que este pudesse explicar exatamente esse flashback. A resposta é um longo email que detalha a trama, caso o ex-produtor tivesse continuado no comando no ano dois:
"[...] Eu queria ter começado a segunda temporada com o episódio flashback descrito por Sam [Witwer], que teria acompanhado um esquadrão de Rangers do Exército que acaba preso na cidade, tentando sobreviver conforme Atlanta é tomada.
Sam Witwer e Andrew Lincoln
A ideia era fazer um documentário bem focado, como se você estivesse passando por aquela situação com aquelas pessoas. Não usaríamos o método de 'câmera na mão', mas faríamos tudo ficar um pouco mais bruto que o resto da série. Começaríamos com um esquadrão de sete ou oito soldados sendo deixados na cidade por um helicóptero. Eles teriam coordenadas e um mapa para chegar ao local pré-determinado, onde serviriam de reforço para outro grupo já presente. Não era uma missão especial, era basicamente uma medida cautelar que colocaria mais soldados em locais chave ao longo da cidade. Tudo o que eles teriam que fazer é andar por volta de 12 quarteirões. Mas o que começa como uma tarefa simples vai de 'a cidade tem de ser protegida' para 'puta merda, perdemos controle, o mundo vai acabar'. A cada curva, o esquadrão depara com obstáculos e, não muito tempo depois, começa a apenas tentar se manter vivo. Eu queria fazer uma história bem intensa, tensa e focada nos personagens, não na situação.
Ao longo do caminho, eu pensei em rapidamente ligar essa história com alguns dos personagens já estabelecidos na série. Não faria nada que ficasse forçado demais já que isso poderia tornar tudo bem bobo. Mas eu pensei que seria ótimo desviar um pouco da narrativa da série e contar essa história sobre os soldados. Imagine o esquadrão chegando em uma barreira que impedia a saída dessas pessoas da cidade para que o contágio não acontecesse mais rápido. Seria uma cena intensa e cheia de pânico. Mas, na multidão, você vê Andrea e Amy. Os soldados da barreira entram em pânico, a multidão é atacada por tiros de metralhadora e essas duas garotas são resgatadas por um senhor de idade que elas nem conhecem, Dale. Ele não é ninguém pra elas, apenas um cara que deparou com a oportunidade de fazer a coisa certa e reagiu de acordo com o momento. Isso seria apenas um ou dois minutos do episódio, apenas um desvio interessante, mas teríamos presenciado o momento no qual Dale encontra Andrea e Amy, visto como a relação deles começou. Também senti que seria uma ótima oportunidade de trazer Emma Bell [atriz que viveu Amy] de volta para a série, nem que por um breve momento, já que ela fora incrível. (Claro que essa ideia com os personagens já estabelecidos poderia não funcionar. Nós tentamos muitas coisas conforme o programa se desenvolve, mas achei que tudo isso daria muito certo.)
Então a história segue esse grupo de soldados conforme a cidade desaba, com o personagem de Sam sendo o principal. Ele acaba sendo o último sobrevivente do esquadrão, finalmente chegando ao local que eles estavam tentando chegar desde o início: é a barreira no cruzamento em frente ao tribunal de Atlanta, onde Rick encontra o tanque. O soldado ainda está vivo ao chegar ali, mas ele foi mordido. Ele então se arrasta para dentro do tanque, procurando apenas abrigo para sair das ruas infestadas. Conforme a febre dele vai aumentando, ele começa a ter alucinações, pega sua última granada e considera se matar. Ele põe a granada em cima da prateleira por um momento para refletir em toda a dor e sofrimento que o levaram a esse terrível fim de vida, tomando coragem para puxar o pino. Mas, antes que ele possa fazer qualquer coisa, a febre toma conta e ele morre.
Depois do soldado sofrer essa morte miserável e solitária, após uma silenciosa passagem de tempo, fazemos uma reprise cena-a-cena do episódio-piloto, com Rick entrando do tanque e atirando na cabeça do soldado-zumbi. Agora Rick está preso... Fade out.... O fim.
A ideia era pegar aquele zumbi do tanque e contar sua história. Fazê-lo a estrela de seu próprio filme, seguir sua jornada, mas não revelar quem ele era até o fim. Isso serviria pra mostrar que todo zumbi tem a sua história, todo figurante morto-vivo foi um ser humano. E nós teríamos acompanhado a vida desse cara em particular, visto como a vida dele teria terminado. Foi por isso que eu contratei Sam para o soldado-zumbi do tanque ao invés de ter dado o papel para um extra qualquer. Eu tinha essa história em mente quando gravamos o piloto, e eu sabia que precisaria de um ótimo ator para dar continuidade àquela trama.
Aí, quando chegássemos no segundo episódio da segunda temporada, já estaríamos de volta com Rick e o grupo, continuando a história terminada na primeira temporada.
Sempre tive em mente a ideia de um episódio diferente para cada temporada, como início ou final daquele ano. Uma história separada, completamente diferente daquela que vínhamos acompanhando mas que, no final, se provaria ligada com a trama central. Lost fez isso algumas vezes e eu adorei. Sempre me pareceu uma escolha ousada que recompensava a audiência fiel.
É isso para mim. Espero que esteja tudo bem por aí.
Lembranças, Frank."
Show, né? Pena que Frank Darabont saiu de The Walking Dead. Pena mesmo.
[Fonte: Omelete]
O AICN então procurou Darabont para que este pudesse explicar exatamente esse flashback. A resposta é um longo email que detalha a trama, caso o ex-produtor tivesse continuado no comando no ano dois:
"[...] Eu queria ter começado a segunda temporada com o episódio flashback descrito por Sam [Witwer], que teria acompanhado um esquadrão de Rangers do Exército que acaba preso na cidade, tentando sobreviver conforme Atlanta é tomada.
Sam Witwer e Andrew Lincoln
A ideia era fazer um documentário bem focado, como se você estivesse passando por aquela situação com aquelas pessoas. Não usaríamos o método de 'câmera na mão', mas faríamos tudo ficar um pouco mais bruto que o resto da série. Começaríamos com um esquadrão de sete ou oito soldados sendo deixados na cidade por um helicóptero. Eles teriam coordenadas e um mapa para chegar ao local pré-determinado, onde serviriam de reforço para outro grupo já presente. Não era uma missão especial, era basicamente uma medida cautelar que colocaria mais soldados em locais chave ao longo da cidade. Tudo o que eles teriam que fazer é andar por volta de 12 quarteirões. Mas o que começa como uma tarefa simples vai de 'a cidade tem de ser protegida' para 'puta merda, perdemos controle, o mundo vai acabar'. A cada curva, o esquadrão depara com obstáculos e, não muito tempo depois, começa a apenas tentar se manter vivo. Eu queria fazer uma história bem intensa, tensa e focada nos personagens, não na situação.
Ao longo do caminho, eu pensei em rapidamente ligar essa história com alguns dos personagens já estabelecidos na série. Não faria nada que ficasse forçado demais já que isso poderia tornar tudo bem bobo. Mas eu pensei que seria ótimo desviar um pouco da narrativa da série e contar essa história sobre os soldados. Imagine o esquadrão chegando em uma barreira que impedia a saída dessas pessoas da cidade para que o contágio não acontecesse mais rápido. Seria uma cena intensa e cheia de pânico. Mas, na multidão, você vê Andrea e Amy. Os soldados da barreira entram em pânico, a multidão é atacada por tiros de metralhadora e essas duas garotas são resgatadas por um senhor de idade que elas nem conhecem, Dale. Ele não é ninguém pra elas, apenas um cara que deparou com a oportunidade de fazer a coisa certa e reagiu de acordo com o momento. Isso seria apenas um ou dois minutos do episódio, apenas um desvio interessante, mas teríamos presenciado o momento no qual Dale encontra Andrea e Amy, visto como a relação deles começou. Também senti que seria uma ótima oportunidade de trazer Emma Bell [atriz que viveu Amy] de volta para a série, nem que por um breve momento, já que ela fora incrível. (Claro que essa ideia com os personagens já estabelecidos poderia não funcionar. Nós tentamos muitas coisas conforme o programa se desenvolve, mas achei que tudo isso daria muito certo.)
Então a história segue esse grupo de soldados conforme a cidade desaba, com o personagem de Sam sendo o principal. Ele acaba sendo o último sobrevivente do esquadrão, finalmente chegando ao local que eles estavam tentando chegar desde o início: é a barreira no cruzamento em frente ao tribunal de Atlanta, onde Rick encontra o tanque. O soldado ainda está vivo ao chegar ali, mas ele foi mordido. Ele então se arrasta para dentro do tanque, procurando apenas abrigo para sair das ruas infestadas. Conforme a febre dele vai aumentando, ele começa a ter alucinações, pega sua última granada e considera se matar. Ele põe a granada em cima da prateleira por um momento para refletir em toda a dor e sofrimento que o levaram a esse terrível fim de vida, tomando coragem para puxar o pino. Mas, antes que ele possa fazer qualquer coisa, a febre toma conta e ele morre.
Depois do soldado sofrer essa morte miserável e solitária, após uma silenciosa passagem de tempo, fazemos uma reprise cena-a-cena do episódio-piloto, com Rick entrando do tanque e atirando na cabeça do soldado-zumbi. Agora Rick está preso... Fade out.... O fim.
A ideia era pegar aquele zumbi do tanque e contar sua história. Fazê-lo a estrela de seu próprio filme, seguir sua jornada, mas não revelar quem ele era até o fim. Isso serviria pra mostrar que todo zumbi tem a sua história, todo figurante morto-vivo foi um ser humano. E nós teríamos acompanhado a vida desse cara em particular, visto como a vida dele teria terminado. Foi por isso que eu contratei Sam para o soldado-zumbi do tanque ao invés de ter dado o papel para um extra qualquer. Eu tinha essa história em mente quando gravamos o piloto, e eu sabia que precisaria de um ótimo ator para dar continuidade àquela trama.
Aí, quando chegássemos no segundo episódio da segunda temporada, já estaríamos de volta com Rick e o grupo, continuando a história terminada na primeira temporada.
Sempre tive em mente a ideia de um episódio diferente para cada temporada, como início ou final daquele ano. Uma história separada, completamente diferente daquela que vínhamos acompanhando mas que, no final, se provaria ligada com a trama central. Lost fez isso algumas vezes e eu adorei. Sempre me pareceu uma escolha ousada que recompensava a audiência fiel.
É isso para mim. Espero que esteja tudo bem por aí.
Lembranças, Frank."
Show, né? Pena que Frank Darabont saiu de The Walking Dead. Pena mesmo.
[Fonte: Omelete]
The Walking Dead - Produtor e ator falam sobre o fatídico acontecimento do último episódio
A segunda temporada de The Walking Dead termina no próximo domingo nos EUA, mas um acontecimento já esperado por quem acompanha a HQ aconteceu no penúltimo episódio, que foi ao ar ontem. Se você ainda não viu o episódio ou prefere não saber, dê meia-volta. A partir daqui é só spoiler.
No episódio, depois de um longo processo de esgotamento emocional e de rivalidade com Rick, Shane é morto pelo amigo a facadas. Quando Shane volta como zumbi, é morto pela segunda vez pelo filho de Rick, Carl, com um tiro na cabeça. Assim, a série de TV inverte a ordem dos quadrinhos: Shane primeiro era morto por Carl com um tiro quando o menino tenta defender o pai e, muito tempo depois, quando todos descobrem que cadáveres voltavam como zumbis mesmo sem serem mordidos, Rick volta ao local do enterro para matar Shane de vez.
Jon Bernthal como Shane, em The Walking Dead
O Hollywood Reporter e o TVLine conversaram com Robert Kirkman, o criador da HQ e produtor da série, sobre o desfecho, enquanto a revista EW entrevistou o ator Jon Bernthal, o intérprete de Shane.
Bernthal comenta: "Foi meio louco. Eu nunca pensei que viveria um zumbi até chegar a hora em que tive que viver um. Todo mundo deu alguma sugestão para essa cena. Tentei convencer Greg Nicotero a deixar que eu tivesse uma fala, algo como um zumbi falando 'Riiiick...', mas ele não deixou. Filmamos a noite toda, foi muito emotivo. Até Jeff DeMunn [que faz Dale] pegou um voo e veio estar presente na filmagem, fiquei muito emocionado. Os roteiristas queriam que fosse de um jeito, os atores de outro, os produtores de outro, mas só o fato de estar sozinho ali com Andy [Lincoln, o ator que faz Rick] já valeu. A gente disse 'então, aqui somos eu e você, então vamos fazer isso pra nós dois'. Ele é meu irmão, é o melhor amigo que eu fiz no mundo dos atores, então o fato de terminar assim foi muito emotivo".
Kirkman diz que a primeira temporada teria terminado com a despedida de Shane (que nos quadrinhos é morto no número seis) se a AMC tivesse produzido 13 episódios, ao invés de seis. "Então expandimos um pouco a história pra conseguir contá-la inteira. Sabíamos desde o primeiro dia que a segunda temporada acabaria com a morte de Shane, então foi uma questão de construir a tensão entre ele e Rick."
O produtor quadrinista justifica o fato de Rick ter matado Shane, e não Carl, como na HQ: "Na sala dos roteiristas, sentimos que Rick era muito passivo às vezes e não decidia coisas sozinho. Então colocar Carl para matar Shane teria sido um erro. Mas é importante no desenvolvimento de Carl como personagem que ele tenha se envolvido". Kirkman diz que chegou a pensar em preservar Shane: "Cheguei a pensar que poderíamos fazer coisas interessantes com ele. O fato de Shane estar na fazenda de Hershel trouxe questões interessantes. Mas manter Shane seria roubar espaço de Rick, e a série é sobre a jornada dele. Era hora de fazer Rick emergir e ver como a morte de Shane o afetaria".
Sobre a facada e o que virá no final da temporada: "Queríamos que a morte fosse brutal e meio íntima. A questão da volta dele como zumbi, mesmo sem ter sido mordido, é algo que conectamos com o segredo sussurado por Jenner [no final da primeira temporada] e que será revelado no próximo episódio, quando Rick conta a todos o que Jenner sussurrou pra ele. A morte do Shane ainda vai ecoar na terceira temporada, vamos ver como ela afeta as pessoas. E a origem da horda de zumbis será revelada no próximo episódio, vamos ver de onde ela veio e vamos explicar um pouco como as hordas de zumbis se formam e se comportam. Vamos responder várias coisas nos primeiros minutos do season finale".
Sobre as mortes futuras, Kirkman reitera o que havia dito antes: na TV, alguns personagens vão viver menos do que nos quadrinhos e outros viverão mais, a exemplo do que ocorreu nesta segunda temporada.
A segunda temporada continua sendo exibida nos EUA pela AMC e no Brasil pelo canal pago Fox.
[Fonte: Omelete]
No episódio, depois de um longo processo de esgotamento emocional e de rivalidade com Rick, Shane é morto pelo amigo a facadas. Quando Shane volta como zumbi, é morto pela segunda vez pelo filho de Rick, Carl, com um tiro na cabeça. Assim, a série de TV inverte a ordem dos quadrinhos: Shane primeiro era morto por Carl com um tiro quando o menino tenta defender o pai e, muito tempo depois, quando todos descobrem que cadáveres voltavam como zumbis mesmo sem serem mordidos, Rick volta ao local do enterro para matar Shane de vez.
Jon Bernthal como Shane, em The Walking Dead
O Hollywood Reporter e o TVLine conversaram com Robert Kirkman, o criador da HQ e produtor da série, sobre o desfecho, enquanto a revista EW entrevistou o ator Jon Bernthal, o intérprete de Shane.
Bernthal comenta: "Foi meio louco. Eu nunca pensei que viveria um zumbi até chegar a hora em que tive que viver um. Todo mundo deu alguma sugestão para essa cena. Tentei convencer Greg Nicotero a deixar que eu tivesse uma fala, algo como um zumbi falando 'Riiiick...', mas ele não deixou. Filmamos a noite toda, foi muito emotivo. Até Jeff DeMunn [que faz Dale] pegou um voo e veio estar presente na filmagem, fiquei muito emocionado. Os roteiristas queriam que fosse de um jeito, os atores de outro, os produtores de outro, mas só o fato de estar sozinho ali com Andy [Lincoln, o ator que faz Rick] já valeu. A gente disse 'então, aqui somos eu e você, então vamos fazer isso pra nós dois'. Ele é meu irmão, é o melhor amigo que eu fiz no mundo dos atores, então o fato de terminar assim foi muito emotivo".
Kirkman diz que a primeira temporada teria terminado com a despedida de Shane (que nos quadrinhos é morto no número seis) se a AMC tivesse produzido 13 episódios, ao invés de seis. "Então expandimos um pouco a história pra conseguir contá-la inteira. Sabíamos desde o primeiro dia que a segunda temporada acabaria com a morte de Shane, então foi uma questão de construir a tensão entre ele e Rick."
O produtor quadrinista justifica o fato de Rick ter matado Shane, e não Carl, como na HQ: "Na sala dos roteiristas, sentimos que Rick era muito passivo às vezes e não decidia coisas sozinho. Então colocar Carl para matar Shane teria sido um erro. Mas é importante no desenvolvimento de Carl como personagem que ele tenha se envolvido". Kirkman diz que chegou a pensar em preservar Shane: "Cheguei a pensar que poderíamos fazer coisas interessantes com ele. O fato de Shane estar na fazenda de Hershel trouxe questões interessantes. Mas manter Shane seria roubar espaço de Rick, e a série é sobre a jornada dele. Era hora de fazer Rick emergir e ver como a morte de Shane o afetaria".
Sobre a facada e o que virá no final da temporada: "Queríamos que a morte fosse brutal e meio íntima. A questão da volta dele como zumbi, mesmo sem ter sido mordido, é algo que conectamos com o segredo sussurado por Jenner [no final da primeira temporada] e que será revelado no próximo episódio, quando Rick conta a todos o que Jenner sussurrou pra ele. A morte do Shane ainda vai ecoar na terceira temporada, vamos ver como ela afeta as pessoas. E a origem da horda de zumbis será revelada no próximo episódio, vamos ver de onde ela veio e vamos explicar um pouco como as hordas de zumbis se formam e se comportam. Vamos responder várias coisas nos primeiros minutos do season finale".
Sobre as mortes futuras, Kirkman reitera o que havia dito antes: na TV, alguns personagens vão viver menos do que nos quadrinhos e outros viverão mais, a exemplo do que ocorreu nesta segunda temporada.
A segunda temporada continua sendo exibida nos EUA pela AMC e no Brasil pelo canal pago Fox.
[Fonte: Omelete]
sábado, 3 de março de 2012
The Walking Dead - Escolhido o ator que viverá o Governador
A rede AMC escolheu o ator que fará em The Walking Dead o Governador, principal vilão da série nos quadrinhos. É David Morrissey, de Instinto Selvagem 2 e Intrigas de Estado.
[David Morrissey e o Governador]
Segundo o Deadline, o ator britânico estará no elenco fixo da terceira temporada, mas sua participação no final desta atual segunda temporada ainda é dúvida... Vamos acompanhar. Nas HQs, o Governador é o líder de Woodbury, comunidade de sobreviventes do apocalipse zumbi.
O ano dois continua sendo exibido nos EUA pela AMC e no Brasil pelo canal pago Fox.
[Fonte: Omelete]
[David Morrissey e o Governador]
Segundo o Deadline, o ator britânico estará no elenco fixo da terceira temporada, mas sua participação no final desta atual segunda temporada ainda é dúvida... Vamos acompanhar. Nas HQs, o Governador é o líder de Woodbury, comunidade de sobreviventes do apocalipse zumbi.
O ano dois continua sendo exibido nos EUA pela AMC e no Brasil pelo canal pago Fox.
[Fonte: Omelete]
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